Como toda rosa, nasceu Amélia, cresceu com beleza e perfume sem igual, porém com os mais agudos espinhos. Viveu só, viveu bem. E Como toda rosa, suas pétalas flutuaram até tocar o chão, cujo esse a aceitou de bom-grado e a levou ao lugar ao qual ela pertencia. Somente isso, nada mais.
(Esse texto terá continuação em uma obra maior)
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